Já nem qu´eu corra o e stop inda que eu finde o caminh o certo é qu´eu a cei tei mo (a)sia de me ser.
Já qu´eu me c á tomo por mim ha vi da(á) diva do meu ser vir a quem não me compre ende pois de me ter.
E se cá ao lado do eu fico de mais,
há mais, amais?
E se calado doeu fico de bem,
pois bem, há quem, áquem?
Devo perguntar se é verdade, senão a mim, que mesmo tarde, vai saber.
E se quer crêr que algo ainda te comanda, terceiriza tua demanda, reza a um Deus que é você.
Ah irmão, larga dessa de aparência, sabes lá se a decência, não é seres só você.
Já nem qu´eu morra e(i)nfin do é o rei n(o)ú do meu am or ação maior do meu s(c)er to do domínio meu.
Já nem que cesse meu ar de pois tudo perec eu for ia de me re ver de novo num ser.
E se calado doeu fico demais, amais, há mais?
E se cá ao lado do eu fico zen.
Pois bem, aquém, há quem?
Vá me responder que é mentira, se o que importa nessa pira é com torcer.
E cá a crêr seguem os fantoches amestrados, sustentando um sistema que corrói e que provê, ilusão, vida falsa de aparências, onde reinam a demência ,o furtar e o fuder.
Já! nem que eu corra. O estopim.
Daqui eu finde o meu caminh o certo é que hã....sei...
Teimosia de me ser.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
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